Unearth

Banda: Unearth

Título: “Extinction(s)”

Editora: Century Media Records

Data de Lançamento: 23.Novembro.2018

Sétimo álbum de estúdio da banda dita pioneira do estilo metalcore, originária de Boston-Massachusetts, até porque já completam vinte anos, trazem-nos um álbum cheio de energia de tirar o folego do inicio ao fim.

Começa com groove e som de guitarra impressionante que não nos larga nem quebra a potencia até ao fimem “Incinerate”, segue “Cultivationofinfection” que faz bom uso dos acordes iniciais numa atmosfera aparentemente calma, disparando depois com um vocal potente. “The Hunt Begins” tem bateria acelerada, como convém e um baixo que deixa-se fazer notar mais um pouco, a temática centra-se na selecção feita sempre que existe ameaça a quem tem o poder, separar velhos, doentes e pobres para assegurar a sobrevivência dos restantes.

Todas asletras e temática são algo relacionadas com a consciência social do mundo presentemente, até em várias outras bandas temos vindo a reparar nisso, existe neste momento uma chamada de atenção para o que se passa à nossa volta, aqui vai numa ideia de acreditar e sermos optimistas, o que é muito bom

“Hard lined Downfall” e “King of the Artic” tem uma bateria pulsante e riffs de guitarra vibrantes e dramáticos. Os guturais de Trevor Phipps são viciantes e intoxicantes não dando descanso também na música seguinte“Sidewinder”. Embora essa seja uma música com duração menor que as restantes, tem uma ferocidade impactante em termos musicais. Musicas como esta são das indicadas para espetáculos ao vivo, fazem um mosh-pit fenomenal.

“No Reprisal” brilha com riffs e tem som Groove admirável, não deixa abrandar o ritmo acelerado constante que temos vindo a ter desde o início.

“One with the sun” para finalizar tem bateria brutal, muita libertação de energia e muito groove de guitarra, os guturais de Trevor Phipps são excelentes numatotal e completa apoteose.

A interrupção da banda, de quatro anos, desde o último álbum “Watchers of Rule”, não mexeu com nada nem foi tempo perdido, pelo contrário trouxe novas temáticas e a acendalha necessária a fazer este explosivo álbum. Para os fãs não desaponta, completa libertação de energias, para quem não conhece é um álbum a ouvir.

Pontuação: 9/10

Por: Paula Pedroso

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