Insanity Alert

Entrevista Insanity Alert

Hintf: Olá! Antes de mais, gostaria de agradecer o tempo disponibilizado para esta entrevista.

Heavy Kevy: Obrigado nós, pelo vosso interesse na banda!

Hintf: Podem explicar o porquê a escolha do nome “Insanity”?

HK: Mmm, na realidade.. Veio-me à ideia. Eu queria começar uma banda com os membros de “Insanity” em 2011 e já estava a escrever algumas letras. “Insanity Alert” parecia uma boa combinação com os títulos e, quando criámos o logótipo, fazia sentido. Nós gostamos de ficar “loucos”, depois não digam que não avisei!

Hintf: Em que ano criaram a banda?

HK: Começamos em 2011, mas nessa altura não tencionávamos fazer concertos pelo mundo e lançar álbuns. Nós éramos apenas 4 amigos que tinham o mesmo gosto em relação à música, erva, futebol e cerveja. Em Agosto de 2011, fizemos o nosso primeiro concerto apoiado pelos Suicidal Tendencies. Um ano depois, decidimos gravar algumas músicas.

Hintf: Algum de vocês tem conhecimento musical a nível profissional?

HK: Eu acho que o nosso baterista, Don Melanzani, teve algumas lições de bateria há muito tempo atrás, mas é só isso. Demos-lhe cabo da cabeça quando soubemos.

Hintf: No vosso processo criativo, o que vem primeiro, as letras ou a música?

HK: É realmente 50/50. Eu escrevo as letras e anoto todas as ideias que tenho no meu telemóvel. Mas o Dave of Death e Don Melanzani passam muito mais tempo no espaço de ensaio, escrevendo novos riffs e as estruturas das canções. Às vezes, canto um pouco no meu gravador de voz e envio-lhes. No final, juntamo-nos todos e criamos músicas de tudo aquilo que reunimos até então. Funciona bem!

Hintf: Qual é a importância que dão à opinião dos outros em relação à vossa musica?

HK: Pessoalmente, eu não me importo nada com isso. Escrevo e toco a música que adoro, afinal é um hobby. Mas não vou mentir, é um bom sentimento quando as pessoas te dizem que gostam das tuas músicas e cantam todos junto nos espectáculos. Pelos thrashers, para os thrashers!

Hintf: Como definem: Um bom concerto?

HK: Se é uma festa, é um bom concerto para nós. Adoramos quando as pessoas participam, fazem mosh, stagedive, headbanging, gritam, trazem animais insufláveis ​​etc, etc. Sejam 10, 100 ou 1000 pessoas, a vibração é o mais importante. Além disso, para mim é importante estar antes e depois do espectáculo, falar com pessoas novas, assistir as outras bandas, beber uns copos.

Hintf: Fala-nos um pouco mais do vosso novo álbum.

HK: Bem, estamos a fazer letras para o nosso novo álbum enquanto falamos. Queremos que tenha speed, que seja duro, brutal, tenso e engraçado. Eu acho que vamos ter sucesso, mas eu deixo-vos ser o juiz quando sair.

Hintf: Vocês são uma banda de thrash metal, mas ultimamente o hip hop está cada vez mais a crescer em todo o mundo… Têm alguma opinião sobre o crescimento do hip hop? Acham que é uma ameaça?

HK: Não, eu não penso assim. O Hip Hop sempre foi grande. Eu gosto de algum hip hop, mas na verdade não me importo com o género. São dois mundos diferentes, então não acho que isso ameace o metal. Nada ameaçará o metal, o metal viverá para sempre. O Metal nunca morre! E os Body Count são engraçados, não concorda?

Hintf: Tem algum plano para o futuro?

HK: Bem, eu vou morrer jovem, mas acho que é tarde demais para isso agora, haha. Nós temos concertos planeados com Kreator e Siberian Meatgrinder na primavera. Iremos tocar em alguns festivais, iremos ter concertos em França, Áustria, Liechtenstein, Bélgica, Suíça e Alemanha também e vamos lançar o nosso terceiro álbum (full-length) em 2018 na editora Season Of Mist .

Hintf: Não tenho mais perguntas, mas, que gostariam de dizer aos vossos fãs portugueses e aos nossos leitores?

HK: Obrigado pelo vosso tempo, continuem a apoiar as bandas do vosso país e o underground da Europa. E eu realmente espero que possamos chegar a Portugal um dia. O Dave of Death nunca comeu uma Francesinha e tenho certeza que ele vai adorar! Thrash Harder, alles kaputt!

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